2 de jan de 2018

Como você irá viver em 2018?

Tiago 4:13-15 “Ouçam agora, vocês que dizem: "Hoje ou amanhã iremos para esta ou aquela cidade, passaremos um ano ali, faremos negócios e ganharemos dinheiro". Vocês nem sabem o que lhes acontecerá amanhã! Que é a sua vida? Vocês são como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa. Ao invés disso, deveriam dizer: "Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo”.

Você já parou para pensar que a qualquer momento pode ver a sua existência chegar ao fim?
           Já alguma vez deu-se conta da sua fragilidade e de como está sujeito a toda sorte de acontecimentos que podem lhe afetar de forma séria e inesperada?
Esquecemos que somos frágeis e de que somos como uma nuvem (uma neblina) passageira, que logo aparece e no instante seguinte desaparece. Contudo, somente para que possamos sobreviver e continuar existindo, tudo no nosso corpo precisa funcionar e muitas coisas e situações ao nosso redor precisam colaborar também.
Somente quando algo dá errado (doenças, por exemplo) ou foge do que consideramos corriqueiro (acidentes, por exemplo), é que nos damos conta de que não iremos durar para sempre (neste corpo). Nestas situações, invariavelmente a grande maioria de nós se lembra de Deus.
Apesar de muitos o conhecerem e de até mesmo quererem agradá-lo, de maneira tola e irresponsável, esquecemos que não somos nós que controlamos a vida e que tudo tem a ver com Deus e nada tem a ver conosco. Somos figurantes, participantes do plano de Deus aqui na Terra. Não somos o centro das atenções. Não somos os personagens principais.
Deus criou tudo. Ele é dono de tudo. E somente decidiu nos incluir nesse enredo, nos fazendo participantes de sua obra. Nossa vida aqui é breve. Temos somente alguns poucos anos para o obedecer, para o alegrar e para o glorificar.
Paulo declara em 1 Coríntios 10:31: Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus”. Portanto, o desafio para este ano que se inicia é: não pensarmos somente em nós mesmos e usarmos o tempo que temos aqui para agradar a Deus.
Nosso objetivo é elevar seu nome, pois ele é o motivo de tudo, inclusive da nossa existência. Podemos ficar onde estamos, fazendo aquilo que estamos habituados a fazer ou podemos entregar nossa vida para cumprir seus planos e propósitos. A escolha é nossa. A brevidade e imprevisibilidade da vida tem de nos fazer pensar a respeito do que é realmente importante e daquilo que é urgente.
Em seu livro Louco amor, o pastor americano Francis Chan conta a seguinte história: Como pastor, costumo ser chamado quando a vida "se dissipa" como a neblina. Um dos exemplos mais poderosos que testemunhei disso foi o de Stan Gerlach, um bem-sucedido homem de negócios bastante conhecido pela comunidade. Stan estava oficiando uma cerimônia fúnebre quando resolveu falar sobre o evangelho. Ao fim de sua mensagem, ele disse às pessoas que participavam do velório: "Você não tem como saber quando Deus levará sua vida. Quando esse momento chegar, não há nada que possa fazer a respeito. Você está preparado?". Um pouco depois, Stan sentou-se, seu corpo tombou e ele morreu. A esposa e os filhos tentaram reanimá-lo, mas não havia nada que pudessem fazer — exatamente como Stan havia falado alguns minutos antes. 
Nunca me esquecerei do telefonema que recebi. Saí correndo para a residência da família Gerlach. A esposa de Stan, Suzy, estava chegando em casa. Ela me abraçou e chorou. Um de seus filhos, John, saiu do carro em prantos. Ele me perguntou: "O senhor soube o que aconteceu?”. “Ouviu a história? Eu me sinto tão orgulhoso dele. Meu pai morreu fazendo o que ele mais gostava de fazer. Ele estava falando sobre Jesus às pessoas". 
Pediram-me que falasse alguma coisa às pessoas que estavam ali reunidas. Havia filhos, netos, vizinhos e amigos. Abri minha Bíblia em Mateus 10:32-33: "Quem, pois, me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu Pai que está nos céus. Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que está nos céus". 
Pedi a todos que imaginassem como deveria ter sido aquela experiência para Stan. Em determinado momento, ele está participando de um culto fúnebre, dizendo às pessoas reunidas: "Esse é Jesus!". No instante seguinte, ele está diante de Deus, ouvindo Jesus dizer: "Esse é Stan Gerlach!". Um segundo antes, ele estava confessando Jesus; agora, é Jesus que o confessa! 
Acontece assim mesmo, bem rápido. Isso pode acontecer com qualquer um de nós. Nas palavras de Stan Gerlach: "Você está preparado?

Espero que em 2018 vivamos o melhor de Deus e que esta palavra seja suficiente para nos fazer desejar um jeito novo e diferente de vivermos a nossa vida.
Não esqueça o que foi falado hoje, deixe isso penetrar no seu coração e na sua mente.  Que em 2018 você lembre a todo instante que tudo é sobre Deus e que você é chamado para viver para o louvor da sua glória.

Feliz ano novo!

Fábio

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22 de out de 2012

Como somos conhecidos hoje?



Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos, ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica. (Filipenses 1:27)
 
No versículo acima o apóstolo  Paulo escreve aos irmãos de Tessalônica: 
“Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo.”

Mas como se vive de um modo digno do evangelho de Cristo?

 Viver de modo digno é ser uma pessoa que, se for acusada por alguém que não nos conhece, este sinta vergonha da sua acusação quando passar a nos conhecer e descobrir que estava errado a nosso respeito.

John Mason aconselha: “Viva de maneira que seus amigos possam defendê-lo, mas nunca precisem chegar a fazer isso.”

Viver de modo digno é viver como viviam os nossos irmãos da igreja primitiva que davam sinais claros em suas vidas do compromisso que tinham com Jesus Cristo, vivendo em comunidade, contavam com a simpatia de todo o povo, e como conseqüência disso, acrescentava-lhes o Senhor dia a dia os que iam sendo salvos. (Atos 2:47)

R. Browne ensina: “Tudo o que Deus faz em sua vida não é para que você guarde para si mesmo, mas para que reparta com os outros.”

A vida desses irmãos mostrava o que Jesus disse que seria a marca dos seus discípulos: o amor.
Era isso que atraía as pessoas para que se juntassem a eles querendo fazer parte da comunidade.

Como somos conhecidos hoje?
A nossa vida tem motivado e atraído pessoas que nos conhecem para Jesus Cristo?


Fábio

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8 de out de 2012

Atitudes corretas, milagres na certa!



Por Fábio Della Pasqua 

Albert Dunning afirmou: “Grandes oportunidades aparecem para todos, mas muitos não percebem que estão diante delas. A única forma de se estar preparado para aproveitá-las é estar atento ao que cada dia nos traz.”


Em Marcos 10:46-52 vemos a história do cego Bartimeu e também algumas atitudes que o fizeram alcançar o milagre que tanto esperava. Aprendemos com Bartimeu a:

Clamar por socorro divino: Vs. 47

Ter coragem e ousadia e não nos conformarmos com a situação, clamando sempre ao Senhor pois, “ele está perto dos que tem o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido.” Salmo 34:18

John Mason escreveu: “Poucos sabem quando é hora de agir, a maioria só sabe sentar e esperar. Muitos passam tempo demais sonhando com o futuro, sem notar que um pouco dele chega a cada instante.”

Quando damos passos em direção a Deus ele se moverá para atender as nossas necessidades: “Clamam os justos e o Senhor os escuta e os livra de todas as suas tribulações.” Salmo 34:17

Não aceitar o desencorajamento: Vs. 48

Robert Liardon afrima: “Para cada obstáculo que enfrentamos, Deus providenciou um trecho das Escrituras como solução.”

A porta da oportunidade se abre sobre as dobradiças da adversidade. Pelo que os obstáculos são apenas um convite para nos fortalecermos e não desistirmos de tentar alcançar os nossos objetivos.

Segundo Bob Harrison: “Entre você e tudo o que for significativo, sempre haverá um gigante em seu caminho.” Veja, por exemplo, a história de Davi e Golias.

Filipenses 4:13 declara: “posso todas as coisas naquele que me fortalece”.

Muitos querem nos desencorajar do mesmo modo que a mulidão tentou fazer com este cego, mas o Senhor nos desafia em João 11:40: “se creres verás a glória de Deus”. Portanto não desista, faça como Bartimeu e levante-se agora para receber o seu milagre.

Pedir exatamente o que se quer receber: Vs. 51

Bartimeu sabia exatamente o que gostaria de receber de Jesus: a cura para a sua cegueira.
Sabia qual era o problema e foi específico ao pedir ajuda.
Não enrolou ou perdeu a oportunidade, entendendo que “o que é impossível para o homem é possível para Deus”. Lucas 18:17

Pense em quantas orações não foram respondidas e quantos sonhos ficaram pelo caminho porque não sabiamos exatamente o que queriamos e nem o que pedir a Deus.
Randy Loescher anima-nos com a perspectiva correta que devemos ter: “Deus diz: Peça-me a montanha”.

Conclusão: Vs. 52

“Disse-lhe Jesus: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente recuperou a vista, e foi seguindo pelo caminho.”




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30 de set de 2012

Aprendendo através da aflição

Por Fábio Della Pasqua

“De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos.”  2 Coríntios 4:8-9

Por que sofremos? Por que passamos por momentos de dor e aflição?
Certamente você já fez essas perguntas e de várias maneiras deve ter tentado encontrar uma resposta definitiva para essas questões. Ao analisar o sofrimento humano somos obrigados a admitir que ele anda de mãos dadas com outra velha conhecida de todos os homens, a dor. Juntos possuem a função de nos alertar de que algo não está bem conosco ou a nossa volta.

Se observarmos com atenção veremos que quando algo nos magoa ou nos machuca, nosso cérebro recebe a informação e nosso corpo reage instantaneamente protegendo as áreas sensíveis e prevenindo que sejam ainda mais danificadas.

O sofrimento possui portanto uma mensagem que precisa ser compreendida:
“De que é impossível levarmos a vida normalmente se estivermos privados da dor”. Necessitamos dela para sabermos quando e onde está acontecendo algo que foge do padrão de normalidade, afim de nos apressarmos para buscar uma ajuda capaz de combater e vencer tal anomalia.

Pensando sobre isso sou levado a reconhecer que apesar de todo o sofrimento que nos atinge diariamente, temos que ser gratos a Deus por contarmos com certos mecanismo que nos alertam sobre os perigos a nossa volta. Esses perigos apresentam-se de diversas formas e quando não são detectados em tempo hábil, poderão certamente nos causar muitos males. Por outro lado, quando somos devidamente informados de sua presença, temos a chance de contra-atacar, combatendo-os e possivelmente vencendo-os.

Essa mensagem parece contraditória ou mesmo confusa para a maioria das pessoas. Talvez, até alguns de nós, já tenhamos orado e pedido para Deus acabar com os sofrimentos e aflições. Mas, entender que o sofrimento é necessário, nos leva a alcançar a independência e a liberdade que tanto ansiamos.

Quando passamos por aflições aprendemos a retirar lições preciosas que nos ensinam a “chegar com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno”. (Hebreus 4:16)

Porém, se ao invés disso, tentarmos de alguma forma interromper a dor e aliviar o sofrimento, perderemos as oportunidades decorrentes disso e desperdiçaremos a chance de conhecermos melhor a nós mesmos, ao nosso próximo e também ao autor e consumador da nossa fé. Søren Kierkegaard declara: “Um homem pode realizar grandes feitos e deter uma enorme quantidade de conhecimentos e ainda assim não ter nenhuma compreensão de si mesmo. Mas o sofrimento faz um homem olhar para dentro de si e se isso acontecer, então lá, dentro de si, está o começo de sua aprendizagem.”

Quando olhamos para Deus e também para dentro de nós, compreendemos que o sofrimento não tem a função apenas de causar desconforto, mas funciona como uma mola que nos impulsiona a rever conceitos, procurar alternativas e confiar que “todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus.”(Romanos 8:28a)

Nosso Salvador sabe o que se passa conosco e promete que mesmo em meio as aflições deste mundo, estará sempre conosco até a consumação dos séculos. 

Portanto, medite nas palavras de Tiago que afirma: “Feliz aquele que suporta a provação, porque uma vez provado, receberá do Senhor a coroa da vida, que o Senhor prometeu a todos àqueles que o amam.” (Tiago 1:12)


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25 de set de 2012

A importância da união em meio ao sofrimento



Por Fábio Della Pasqua

Willian Blake escreveu: “ Minha mãe gemeu, meu pai chorou. Para o perigoso mundo eu saltei”.

Começamos a nossa vida em meio às lágrimas e muitas vezes, partimos dela de maneira dolorosa. Entre o nascimento e a morte, passamos nossos dias ao lado desta inevitável companheira chamada dor.

A dor fornece um vínculo fundamental que mantém um organismo informado e operante. Ela protege e une os membros de um corpo, levando-o a reagir para manter-se saudável.

A dor é detectada por terminações nervosas formadas por células receptoras. Depois de traduzida em informações químicas e elétricas é enviada ao cérebro, onde então é interpretada. Cada célula trabalha quando algo está errado em nosso organismo. O sofrimento decorrente disso, faz soar um alerta que nos obriga a fazer certos ajustes e adaptações para podermos viver de uma forma absolutamente normal.

Por diversas vezes, vemos na Bíblia os cristãos serem chamados de membros do corpo de Cristo. Como membros e partes de um corpo, sempre que somos expostos ao sofrimento e as aflições que a vida proporciona, precisamos nos posicionar de uma maneira que nos seja possível reagir e combater tais adversidades para alcançar a vitória.

Somos advertidos constantemente para “chorar com os que choram” Romanos 12:15
Claramente neste versículo vemos que o corpo de Cristo (a igreja como um todo, composta por pessoas que possuem a mesma fé e que foram salvas e perdoadas por Jesus), oferece um canal essencial por onde a dor pode escoar e ser compartilhada e absorvida por todos nós.

O Dr. Paul Brand declara: “Grande parte do sofrimento do mundo reside no egoísmo de um ser vivo que simplesmente não se importa com a aflição do outro. No corpo de Cristo sofremos porque não nos importamos o suficiente.”
Como membro desse corpo, devemos atentar para a aflição de outro membro que sofre perto de nós, pois “o verdadeiro amor protege e defende áreas especialmente vulneráveis”. Isso deve nos desafiar a buscarmos nos relacionar uns com os outros em misericórdia.

Ao observar o que o apóstolo Paulo escreve aos Gálatas: “Levai a carga uns dos outros e assim cumprirei a lei de Cristo” ( Galatas 6:2), fica claro que não procedendo desta maneira não teremos o privilégio de fazer parte do corpo de Jesus na terra e estaremos desagradando ao Senhor.

Conclusão:

Nosso próprio Senhor e Salvador se identificava com aqueles que sofriam de uma maneira tão completa e apaixonada que declarou em Mateus 25:35-40
“porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me.
Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos? Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te? E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes.”

É nosso dever batalharmos juntos pelo bem estar uns dos outros. Olhando atentamente para as aflições, tanto físicas como espirituais, daqueles que estão a nossa volta.
Agindo assim estaremos, com certeza, agradando ao Senhor e cumprindo nosso papel de ser sal e luz. Ao ajudar os outros a suportar as adversidades, apoiando-os em seus sofrimentos, atuamos verdadeiramente como despenseiros da graça de Deus!



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22 de set de 2012

Um amor incomparável!

Por Fábio Della Pasqua

Existe uma palavra que está presente desde o ínicio no coração e na mente do Pai.
Essa palavra é: Amor. Se atentamente analisarmos a história da criação, veremos que o homem foi criado por um Pai carinhoso (Génesis 1:27), que este Pai soprou o fôlego da vida em suas narinas (Génesis 2:7) e que comprometeu-se pessoalmente, ao fazer com suas próprias mãos, a primazia de sua criação. De um modo tremendo fomos formados, prova disso é que ao relebrar a maneira como Deus nos criou, o salmista declara-se espantado e maravilhado diante do envolvimento do Senhor em todo o processo (Salmos 139:14).

No início tudo ia bem e andava conforme o planejado, mas então o homem resolveu desobedecer o criador e no Éden rejeitou o seu amor. Tal rebelião trouxe o pecado e este, trouxe a separação entre o homem e Deus.

De lá pra cá, vemos o homem, ano após ano, tentando traçar seu próprio caminho, não se importando com essa separação, mergulhando cada vez mais em seus pecados.  Apesar disso, podemos ver Deus tentando resgatar o homem e fazer com que este se aproxime novamente e tenha a oportunidade de viver próximo do Senhor. 

Por causa do seu enorme amor Ele continua tentando atraír-nos e não desiste de ter-nos ao seu lado.

O livro do profeta Oséias nos mostra uma tentativa radical por parte de Deus para mostrar ao povo que eles deveriam se arrepender e voltar a andar com Ele. "Oséias" quer dizer "salvação" e revela perfeitamente o teor da sua mensagem ao povo.

O livro ilustra e relata, entre outras coisas, o casamento de Oséias com uma mulher chamada Gômer e o posterior adultério que esta comete. Este relato, expõe o coração de Deus nos mostrando que aquilo que o profeta vivia no próprio casamento, era o que Deus estava vivendo com relação a Israel. Os primeiros três capítulos descrevem a vida de Oséias. Ele se casa, mas a mulher dele se torna adúltera. Ele sofre então com a infidelidade dela, mas ainda assim mostra misericórdia para tomá-la de volta, não se importando com sua reputação.

Do mesmo modo,  Deus vê a sua noiva, o povo de Israel, se envolvendo com "outros deuses", cometendo adultério espiritual e toda a sorte de pecados. Mesmo assim, Ele também tem misericórdia para se reconciliar com sua “esposa adúltera” e estabelecer uma nova aliança com ela.

Oséias condena os pecados do povo, mas apresenta uma mensagem de esperança e perdão.
Deus ao longo deste  livro, constantemente se revela ao seu povo procurando despertá-lo ao arrependimento e à comunhão. Inúmeras palavras de esperança brotam do coração do Pai demonstrando a sua graça, sua dor e sua compaixão. Seu coração grita querendo expressar todo seu amor. 

Um exemplo disso pode ser encontrado no capítulo 11, onde no verso 8,  vemos uma das mais lindas declarações de amor alguma vez escritas:
“Como posso desistir de você, Efraim? Como posso entregá-lo nas mãos de outros, Israel? Como posso tratá-lo com tratei Admá? Como posso fazer com você o que fiz com Zeboim?

Apesar da compaixão, do amor e da misericórdia do Senhor, infelizmente o povo de Israel constantemente escolhia seguir seu próprio caminho. A humanidade de maneira geral, ainda hoje, está andando nessa gangorra espiritual, ora perto de Deus, ora completamente afastado dele.

Mas graças a Ele ainda temos uma esperança e ela não é somente constituídas por palavras. Deus viu que não resultou transmitir o seu amor ou tentar ilustrá-lo através da vida de um profeta, então Ele se dispôs a rasgar o céu e descer até nós, ser pregado numa cruz, sofrer em nosso lugar e cobrir de uma vez por todas uma multidão de pecado. Deus, em um corpo humano, se entregou, redimiu e reconciliou consigo toda humanidade, dando assim oportunidade não só ao povo originalmente escolhido, mas a todo homem, de viver  próximo Dele e desfrutar de sua presença e companhia.

Quando Jesus bradou: “está consumado”, a expressão “amor”, acabava de ganhar a sua mais perfeita ilustração.




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21 de set de 2012

Desafie e enfrente seus problemas!


Por Fábio Della Pasqua

Quantos de nós diante de um novo desafio, de um novo emprego, perante novos amigos ou relacionamentos, ao enfrentar fracassos, tropeços e desilusões, acabamos nos deixando levar pela ansiedade e pela preocupação? E quantos ficamos ansiosos e medrosos quando há doenças, falta de emprego e a consequente falta de dinheiro?

Ou também  quando recebemos uma notícia desagradável e parece que os problemas estão se acumulando e nos sufocando?

Tais complicações e dificuldades fazem  parte do cotidiano dos homens em todo o lugar e em todo o instante. A vida está repleta de desafios e necessitamos de força, coragem e jogo de cintura para seguirmos em frente. Diante disso o mais comum é preocuparmo-nos com o amanhã deixando com que as expectativas de ameaças nos assaltem e nos tirem o sono. A crença de que algo ruim vai acontecer nos assusta e paralisa nos impedindo de raciocinar e tomar as decisões corretas.

Infelizmente imaginamos sempre o pior cenário e começamos a corroborar com Murphy e a sua conhecida lei que diz que: “Se algo pode dar errado, vai dar errado”. Se não estamos passando por situações dessas ou parecidas, certamente conhecemos alguém que se enquadra nesse perfil, onde automaticamente surge o isolamento e o tema principal da sua retórica passa a ser a sua auto comiseração. Os relacionamentos desse modo são abalados e o sofrimento aumenta em proporções gigantescas.

Quanta ansiedade! Quanta preocupação! Quanto medo!

Deus nos conhece e também conhece aquilo que nos apavora e aquilo que estamos enfrentando. Ele sabe que desafios temos pela frente e tem o nosso amanhã sob controle. A palavra nos alerta sobre a maneira correta para lidar com esses vilões que assolam nosso corpo e nossa mente.

Filipenses 4:6-7
Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.

As perguntas que inundam nossa mente são basicamente respondidas nesses dois versos:

O que fazer diante do desconhecido?
Como ter paz diante do amanhã?
Ao invés de abrirmos espaço para preocupações e problemas devemos buscar ao Senhor em oração, súplica e ações de graça.
Oração é o meio que temos para falar com Deus.
Súplica é o conteúdo da nossa oração.
Ações de graça são as maneiras de agradecer a Deus pela vida, por Sua bondade e provisão, pelo cuidado e bênçãos recebidas. Pelo que somos Nele e pelo que Ele é.

Hoje a palavra agradecer parece que saiu do dicionário cristão. Esquecemos de tudo que Deus faz por nós e somos ensinados a determinar e profetizar para recebermos mais. Mas o certo é que Ele é bom e Sua misericórdia dura para sempre, pois Ele é nosso escudo e fortaleza, socorro bem presente na angústia.

No sermão da montanha Jesus falava sobre isso também.  Pregava para a multidão dizendo: “Não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados: basta ao dia o seu próprio mal”.

Ele ensinou o que devemos fazer, quais pensamentos cultivar, qual deve ser a nossa conduta e qual a maneira certa de viver a vida. Ele nos conhece muito bem e sabe que a nossa mente é um enorme campo aberto onde a batalha se desenrola. Tudo que vemos, ouvimos e aprendemos pode gerar pensamentos que se forem alimentados, trarão vitória ou derrota, nos afundarão ou nos regenerarão.
Portanto Jesus nos convida então a trocar de fardo com Ele, deste modo se estivermos cansados ou sobrecarregados Ele nos restaurará.



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19 de set de 2012

Siga esse caminho!


Por Fábio Della Pasqua

Pode me dizer como eram as viagens antes da invenção do GPS? Voltas e mais voltas a procura do caminho correto. Muito stress e muitas horas perdidas até chegar ao destino. Os sistemas de navegação por satélite facilitaram imensamente a vida dos viajantes, que agora confortavelmente são direcionados com exatidão até o local desejado. Lembra-se como era antigamente, onde o mínimo erro ou falta de atenção, tornava-se um incomodo tremendo.

Hoje, automaticamente a trajetória é recalculada e somos logo recolocados na rota certa. Ah… se ao menos isso funcionasse na nossa vida de forma geral.  Se ao menos tivéssemos alguém calculando e recalculando o melhor caminho para seguirmos em frente, indicando-nos a direção correta.

Na verdade, não temos que dizer “se ao menos”, pois…
Jesus disse: eu sou o CAMINHO , a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6)

Ele é como se fosse o nosso GPS, indicando-nos o melhor caminho a seguir, dirigindo-nos, guiando-nos e ensinando-nos a melhor maneira para vivermos, instruindo-nos para não cometermos erros dolorosos e para não nos preocuparmos em demasia.
Nesta viagem que é a vida, viajamos com mais segurança quando não esquecemos do nosso GPS.




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